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Publicado dia Março 30, 2018

Ontem assisti ao novo filme do Spielberg, Jogador Nº 1, e fiquei louca para vir contar todas as minhas impressões para vocês. Spoiler: eu amei o filme!

Em um futuro distópico, Wade Watts, assim como boa parte do mundo, prefere a realidade virtual do game OASIS ao mundo real. No jogo, seu grande objetivo é encontrar o maior Easter Egg da história, afinal, antes de morrer o criador do jogo escondeu três chaves e aquele que conseguir reunir as três e encontrar o easter egg será dono de todo o OASIS e da bagatela de meio trilhão de dólares.

Wade (conhecido como Parzival no jogo) compete contra os maiores jogadores do mundo, incluindo aqueles contratados pela IOI, uma empresa nada legal, para encontrar o egg. Parzival conta com a ajuda de quatro amigos, incluindo um interesse romântico.

Easter Eggs

O filme em si é um poço de Easter Eggs, fazendo referência à dezenas de filmes e games da cultura pop. De volta para o futuro, Chuck – o brinquedo assassino, O Iluminado, Curtindo a vida adoidado são apenas alguns dos muitos (mas muitos mesmo) citados no filme. É impossível assistir sem ficar caçando as referências. E isso eu achei divertidíssimo!

Ambientação

O filme se passa em dois momentos, realidade e game. Na realidade a ambientação futurística chama a atenção, logo nos primeiros minutos do longa a gente já se pega impressionado com o futuro que Spielberg nos propõe.

Já no game tem de tudo. Absolutamente qualquer coisa é possível no OASIS e isso é incrível! Talvez essas possibilidades pudessem ter sido melhor exploradas, mas garanto que o que conseguimos ver desse universo já é suficiente para nos encantar.

 

Opinião final

Eu amei o filme. Mas não posso dizer que ele é surpreendente, na verdade, o roteiro em si é até bem previsível, ainda assim, é divertido e consegue prender a atenção da gente. Eu amo cinema, mas geralmente fico cansada de ficar muito tempo sentada na mesma posição assistindo um filme no escuro. Nesse filme essas coisas nem se passaram pela minha cabeça, eu só queria sugar mais e mais do longa!

Por Amanda Inácio


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